Mostrando postagens com marcador movimento. Mostrar todas as postagens

Teologia da Prosperidade: O início



O assunto " Teologia da Prosperidade " está em voga atualmente, reforçado por matérias divulgadas em sites evangélicos, trazendo em questão a mudança de postura (e de opinião) do Pr Silas Malafaia em relação a esta teologia.
Não apenas ele, muitos tem se rendido a esta teologia que afirma que o verdadeiro cristão deve desfrutar de uma condição financeira elevada e próspera, baseados em Gênesis 17:7, Marcos 11:23 e 24 e Lucas 11:9 e 10.
Antes de comentar a mudança de postura do Pr. MALAfaia (hehehe), vamos conhecer um pouco o precussor deste movimento.  Seu nome é Essek William Kenyon, americano, nasceu em 24 de abril de 1867 e faleceu em 19 de março de 1948. Era de família humilde, pobretão, foi vendedor de órgãos e pianos, e conheceu o evangelho aos 18 anos em uma Capela Metodista Primitiva. Tempos depois Kenyon abandonou a crença no cristianismo e passou a ser agnóstico. Casou-se com Evva em 08 de maio de 1893, que também era agnóstica. Você conhece o Agnosticismo? Sabe o que é? 

MSI ( Movimento dos Sem Igreja ): As estatísticas aumentam.



O tempo passa e o movimento dos sem igreja vai ganhando mais e mais adeptos. Só que agora tem até pesquisa apontando números sobre esse movimento. E quem trás os números é o POF ( Pesquisa de Orçamento Familiar ) do IBGE. Em resumo os números passam dos 4 milhões de pessoas desde 2003 até 2009, vou deixar aqui o link para vocês darem uma bizoiada (http://migre.me/5DgL3 ).

As razões, como eu relatei no post passado, são muitas e não podemos definí-las objetivamente porque os motivos são subjetivos; o que podemos é mensurar e pontuar fatores que levam uma parte dos evangélicos tornar-se sem denominação.

Uma questão que quero trazer aqui à memória é o descontentamento com o modelo de igreja que é veiculado na mídia. Vivemos uma crise ética de tamanho desproporcional que tem causado vítimas dentro dos templos devido à externação dos escândalos contínuos no meio evangélico, gerando revolta e vergonha, tamanha a exposição negativa em que é colocado o protestantismo.