Que tipo de juventude há em nossas igrejas? É uma pergunta fácil de responder.
Diante dos nossos olhos temos jovens que serão o futuro da igreja, futuro que tenho medo só de pensar nele, ainda mais quando vejo jovens sendo batizados em tobogãs e curtindo baladas “gospel”, enquanto a verdade da palavra fica em segundo lugar, ficando em primeiro a autossatisfação. Você acha que não temos motivos pra nos preocuparmos? Oro a Deus para que eu esteja errado.
Respondendo a pergunta feita no início, os jovens que temos em sua maioria são extremistas, é isso mesmo, extremamente liberais ou religiosos.
São liberais ao extremo trazendo vergonha à igreja, vergonha essa já mencionada acima (batismos de biquínis e baladas “gospel”).
São religiosos a ponto de não poderem questionar os seus líderes espirituais, levando-os a um enrijecimento de suas mentes espirituais, não conseguindo discernir entre o que é certo ou errado por conta própria, e, sim, dependendo do que seus líderes falem, tornam-se verdadeiras marionetes, correndo perigos, ainda mais com alguns líderes gananciosos que estão por ai.
Porém, há algo em comum entre estes dois grupos: a falta de conhecimento da palavra, algo tão importante, embora ausente.
Nossos jovens nada sabem sobre as doutrinas bíblicas, diferente das crianças e adolescentes mulçumanos, que competem entre si, competição essa que os obriga a ter o alcorão decorado.
Partindo do abismo do conhecimento da palavra que existe entre os jovens cristãos, não é difícil prever o futuro da igreja: corrompida e fraca. Oremos pra que o Senhor levante jovens como Calvino e Lutero, para manter a integridade da Palavra, custe o que custar (CQC).

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