Policial carrega boneco que representou o executivo na reconstituição do crime, em São Paulo - Alex Falcão/FuturaPress
Elize Matsunaga, acusada de matar e esquartejar o marido, o executivo da Yoki Marcos Matsunaga, escreveu uma carta a mão dizendo ter se arrependido de ter assassinado o seu marido. A carta foi divulgada pelo programa "Fantástico ", da Rede Globo.
Veja trechos da carta:
Conto de Fadas às avessas
“Não me lembro de ter lido em Cinderela que o príncipe a humilhava”, revela. “Não me lembro de ter encontrado algum capítulo em que a mulher é descartável”, continua. Em outro trecho, Elize diz que tem medo de morrer e conta também que Marcos havia tentado matar sua ex-mulher por envenenamento - fato negado por Luiz Flávio Borges D'urso, advogado da família, que aponta uma "sucessão de mentiras".
Motivo do esquartejamento
“Era a única forma, pois ele era muito pesado”. Elize diz que amava o marido e admite arrependimento: “Não tenho o direito de tirar a vida de ninguém. Me arrependo por ter sido tão injusta”. Elize afirma que já está pagando pelos seus atos e com a “moeda” que mais temia. “Ficar longe de minha filha”, finaliza.
Como noticiado na TV, é de conhecimento da população que
Elize Matsunaga agiu movida por vingança ao saber que havia sido traída pelo
marido. A dor de uma pessoa que se sinta enganada é passiva de compreensão, até
que ela ultrapasse o "limite". E esse limite não foi apenas
ultrapassado, ele foi violado, massacrado, violentado, sem o menor escrúpulo.
A razão que move uma atitude se torna
indigna de compaixão quando uma pessoa escolhe, de forma cruel, vingar-se com
suas próprias mãos. E parece que não foi a primeira vez que Elize escolhe a
vingança para justificar suas atitudes.
Segundo a "Folha de Londrina de 2004", Elize acusou o então deputado na época Sérgio Bradock, com quem segundo ela mantinha um relacionamento extraoficial, de agressão. Ele negava e dizia que ela agia "por vingança" por ter sido demitida.
Em sua versão, Elize espalhava aos quatro ventos que os dois estavam tendo um caso há dois meses e que, por ciúmes, numa sexta-feira à tarde, Bradock a agrediu com um tapa no rosto. "Essa menina foi sempre muito estranha. Sempre agressiva e muito fechada. Era muito individualista" dizia ele. Bradock negou o caso com Elize e disse: "certeza, o crime foi premeditado". Afirmou ainda que ela está mentindo sua idade. "Ela deve ter 32 anos no máximo". Em seu depoimento, ela disse ter 38. "Quem conviveu com ela, sabia que sua história não ia acabar bem" disse Bradock.
Em sua versão, Elize espalhava aos quatro ventos que os dois estavam tendo um caso há dois meses e que, por ciúmes, numa sexta-feira à tarde, Bradock a agrediu com um tapa no rosto. "Essa menina foi sempre muito estranha. Sempre agressiva e muito fechada. Era muito individualista" dizia ele. Bradock negou o caso com Elize e disse: "certeza, o crime foi premeditado". Afirmou ainda que ela está mentindo sua idade. "Ela deve ter 32 anos no máximo". Em seu depoimento, ela disse ter 38. "Quem conviveu com ela, sabia que sua história não ia acabar bem" disse Bradock.
fotos de Marcos Matsunaga no
elevador, horas antes de morrer,
e Elize Matsunaga em 2 fotos (a
foto abaixo mostra Elize fugindo pelo elevador com uma das malas contendo
partes do corpo de Marcos, esquartejado)
Aos olhos do reverendo Aldo quintão, no entanto, Elize era uma mulher apaixonada, "em busca de realizar seu sonho de casar de branco".Elize e Marcos, então, foram a Catedral Anglicana de São Paulo, na zona sul, para serem abençoados por este reverendo, que tem um discurso liberal e atrativo para homossexuais, desquitados e pessoas vindas de outras crenças.
Mediante os relatos aqui postos, fica claro que Elize sofria/sofre de transtornos psiquiátricos. Para ela, o mundo à sua volta deve ser perfeito, sem erros, tudo tem que acontecer conforme sua vontade, e se for contrariada, não sabe lidar com a frustração, passando a ser agressiva e extremamente perigosa.
Ela precisa de tratamento, amparo psicológico e psiquiátrico? Evidente. Mas o requinte de maldade usado por ela em seu ato me leva a uma reflexão singular e peculiar: uma esposa que tem a frieza de calcular o horário que o marido chegará em casa para matá-lo, e depois esquartejá-lo (detalhe: na carta ela relata que o marido era "pesado", ou seja, ela rompeu qualquer barreira para cometer o seu crime), e dividi-lo em três malas, não pode ser considerada uma pessoa que age por mera emoção. Ela foi fria, macabra e concatenada.
Fato imutável: "nossas escolhas impactam nossas vidas". Ela alimenta dentro de si sentimentos torpes e obscuros. E estes tipos de devaneios tortuosos alimentam nossa carne, e enfraquecem nosso espírito.
É possível que ela encontre alento nos braços de Deus, reconhecendo que seu ato foi inescrupuloso. Mas a memória dela estará sempre carregada das "tais malditas lembranças".
Mediante os relatos aqui postos, fica claro que Elize sofria/sofre de transtornos psiquiátricos. Para ela, o mundo à sua volta deve ser perfeito, sem erros, tudo tem que acontecer conforme sua vontade, e se for contrariada, não sabe lidar com a frustração, passando a ser agressiva e extremamente perigosa.
Ela precisa de tratamento, amparo psicológico e psiquiátrico? Evidente. Mas o requinte de maldade usado por ela em seu ato me leva a uma reflexão singular e peculiar: uma esposa que tem a frieza de calcular o horário que o marido chegará em casa para matá-lo, e depois esquartejá-lo (detalhe: na carta ela relata que o marido era "pesado", ou seja, ela rompeu qualquer barreira para cometer o seu crime), e dividi-lo em três malas, não pode ser considerada uma pessoa que age por mera emoção. Ela foi fria, macabra e concatenada.
Fato imutável: "nossas escolhas impactam nossas vidas". Ela alimenta dentro de si sentimentos torpes e obscuros. E estes tipos de devaneios tortuosos alimentam nossa carne, e enfraquecem nosso espírito.
É possível que ela encontre alento nos braços de Deus, reconhecendo que seu ato foi inescrupuloso. Mas a memória dela estará sempre carregada das "tais malditas lembranças".
Vamos fazer escolhas inteligentes? Deus está à porta de nossos corações, e bate...
Gosto de usar a expressão "Deus é educado e paciente". Quantas e quantas vezes já pensamos ou vimos alguém expressando o seguinte descontentamento: "Caramba, Deus não existe, senão ele não permitiria que eu perdesse meu emprego, meu esposo ou esposa, que eu batesse meu carro, que eu vivesse tanto sofrimento e/ou preocupação.
No entanto, colhemos os frutos daquele solo onde plantamos, e uma vez que optamos pelas nossas próprias escolhas, devemos aceitar que colheremos consequências delas. Elize está colhendo e vai colher ainda mais...
A palavra de Deus, em Apocalipse 3:20 nos revela: "Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo. Ainda que façamos escolhas equivocadas, Deus não desiste de nós. Porém, ele é educado, não arromba portas...
Por diversas vezes, Elize pode ter voltado atrás em seu ato, não pode? Com certeza, sim!
Acredito que, de uma forma ou outra, Deus colocou em seu caminho alternativas para livrá-la do gosto amargo de ter de pagar pelo que fez. Mas... Ela fez uma escolha nada inteligente: matar e esquartejar. E por isso...
Merece cadeia. Sem romantismos vagos.
E TENHO DITO ! ! !
Gosto de usar a expressão "Deus é educado e paciente". Quantas e quantas vezes já pensamos ou vimos alguém expressando o seguinte descontentamento: "Caramba, Deus não existe, senão ele não permitiria que eu perdesse meu emprego, meu esposo ou esposa, que eu batesse meu carro, que eu vivesse tanto sofrimento e/ou preocupação.
No entanto, colhemos os frutos daquele solo onde plantamos, e uma vez que optamos pelas nossas próprias escolhas, devemos aceitar que colheremos consequências delas. Elize está colhendo e vai colher ainda mais...
A palavra de Deus, em Apocalipse 3:20 nos revela: "Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo. Ainda que façamos escolhas equivocadas, Deus não desiste de nós. Porém, ele é educado, não arromba portas...
Por diversas vezes, Elize pode ter voltado atrás em seu ato, não pode? Com certeza, sim!
Acredito que, de uma forma ou outra, Deus colocou em seu caminho alternativas para livrá-la do gosto amargo de ter de pagar pelo que fez. Mas... Ela fez uma escolha nada inteligente: matar e esquartejar. E por isso...
Merece cadeia. Sem romantismos vagos.
E TENHO DITO ! ! !


eu acho que essa menina deve pagar pelo q fez a injustica nesse mundo nao pode continuar ganhando...mais como sabemos as coisas aqui no brasil acabam tudo em pizza infelizmente...parabens ao blog por denunciar essas atrocidades que acontecem no brasil bjs susane
ResponderExcluirQue denunciar atrocidades o que? Tão recriminando ela tanto pq são ratos...ops, homens.
ResponderExcluirhttp://www.facebook.com/SolteElizeMatsunaga?cropsuccess
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